segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sempre ao assistir um filme, me pego pensando se todos tem o seu destino... Cruzado, escrito, nos seus amanhãs, ao passar dos dias, se cada história já está feita e pronta para acontecer. Não importa o seu tempo ou o quanto ela demore, e podem passar até cinquenta anos, para o amor verdadeiro, não existem datas marcadas ou dias certos, só nos dizem que quando é pra acontecer, simplesmente acontece, pois tudo tem seu momento. Me pergunto se algum dia eu terei a minha vez, se alguém um dia me amará com todas as forças que um dia pôde amar alguém, e se eu também o amasse com toda essa intensidade e imensidão do planeta. Amor correspondido e puro, como amor adolescente, mas não de verão, e sim eterno. E se eu amar pela vida inteira e estar só para sempre? Me pergunto se meu amor verdadeiro me ame como o meu coração diz sentir... Se existirá ingênuidade nos olhares, e que palavra alguma seria capaz de decifrar tal sensação. O amor é a vantagem que a vida nos dá de sermos os seres humanos mais felizes do universo, mesmo com problemas e dificuldades. Me pergunto se eu não sentirei isso, se perdi minha chance unica. Uma vez eu li que o destino acontece, mas para ser realizado é preciso de correr atrás e motificá-lo quando for preciso. E se eu tiver errado na hora de mudá-lo? Se eu não for mais sentir isso que todos tanto falam? Que na maioria das vezes existem mais em filmes. Me pergunto, me pergunto se não tenho mais minha oportunidade. Me pergunto se algum dia eu poderei escrever sobre o que meu peito um dia irá gritar de tanto amor e paixão até explodir como um dia eu acho que senti. Não perco minhas eternas esperanças, só tenho medo de não ser notada pela pessoa certa, se tiver pessoa certa. Me pergunto quando será minha vez. Mesmo sabendo que não é preciso de pressa, e eu não tenho tanto pressa, só me preocupo em não sentir mais. Me pergunto, ah, eu me pergunto... hidden words + 

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